quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Conheça a equipe da UEL que está trabalhando na Operação Babaçu

Bruna Mara Silva Seco, 22, Ciências Biológicas



Bruna leva quatro oficinas, duas serão para crianças e outras duas para trabalhar com horta e operação de gerenciamento de água.

“Eu acho que o maior desafio vai ser passar o que eu aprendi de uma maneira que eles compreendam, além do contato com uma cultura diferente”







Guilherme Pietro Rizato Santana, 22, Comunicação Social – Jornalismo



Guilherme leva oficinas que contribuam para a inclusão digital, maneiras alternativas de criar meios de Comunicação (como blogs, Rádio Comunitária e WebTV), e a implementação de uma rádio itinerante.

“Espero que aquilo que seja ensinado na Operação, permaneça na comunidade, que eles possam dar continuidade ao trabalho iniciado pelo Projeto”





José Carlos Ribeiro Júnior, 21, Medicina Veterinária

José Carlos leva materiais oferecidos pelo laboratório da UEL sobre a qualidade do leite. Pretende desenvolver oficinas e palestras sobre as boas práticas de ordenha para uma produção de qualidade. Espera ensinar sobre a qualidade da água e saneamento de resíduos sólidos em propriedade rural e também trabalhar com a conscientização das doenças transmitidas por alimentos de origem animal.


“Eu quero usar o meu conhecimento para mudar a vida de alguém, então o Projeto Rondon me permite aplicar o conhecimento adquirido dentro da sala de aula na parte prática”



Lívia Maria Tavares Fontana, 23, Engenharia Civil



Lívia pretende construir uma fossa séptica no local, tentar trabalhar com cisternas e levar materiais de aquecedor e iluminação solar, também pretende montar um secador solar para frutas.

“É pra vida toda! O envolvimento com a comunidade e o trabalho prático para uma população carente, além de ser gratificante, te ensina a trabalhar com o mínimo que te oferecem"





Maria Natalina Almeida, 29, Geografia




Maria Natalina pretende desenvolver um trabalho direcionado às crianças com foco na educação ambiental através do teatro, desenhos e fabricação de bonecos com material reciclado.


“Espero aprender muita coisa com eles, assim como nós, que levamos os projetos na tentativa de acrescentar algum conhecimento”






Patrícia Andrade Garcia, 22, Serviço Social



Patrícia leva o seu conhecimento na área do Serviço Social para as oficinas e palestras, levando materiais mais práticos como slides e vídeos. O foco está na elaboração de projetos de fomento e o trabalho com os direitos da mulher.

“Eu acredito que seja uma troca de conhecimento, ir até um local, vivenciar outra realidade e outra cultura, é incrível, é uma oportunidade única!”







Rosalba Adriane da Rosa, 37, Geografia



Rosalba pretende trabalhar com uma padaria artesanal voltada para o desenvolvimento e agregação de renda ao compartilhar o conhecimento em gerenciamento de resíduos.


“Espero dividir o conhecimento, contribuir o máximo com o pouco de tempo que temos para que o trabalho continue e possa mudar a vida da comunidade”





VinádioLucas Béga, 27, Agronomia



Vinádio já participou de vários Projetos de Extensão da UEL e leva a sua experiência para as oficinas que planejou.

“Éo mesmo país, mas outra cultura. A gente vai ter que aprender a adequar o que aprendemos na universidade à realidade deles, tornar prático para eles”







Coordenadoras:

Carmen Lucia Scortecci Hilst
Carmen Lucia Scortecci Hilst e Cristiane de Conti Medina, do Centro de Ciências Agrárias, são as duas docentes, que já conhecem bem o Projeto, e que viajaram com os alunos da UEL selecionados para essa Operação.

São elas que ficaram responsáveis pelo procedimento da inclusão da UEL no Projeto Rondon. O Ministério da Defesa abre o edital com as cidades selecionadas para desenvolver as ações, em seguida, as professoras montaram sua proposta de trabalho para as cidades listadas. A aprovação da proposta é dada pelo Ministério da Defesa, que decide se o projeto é aprovado e para qual cidade ele será encaminhado. Assim, as áreas e cursos que irão participar são definidos de acordo com as decisões do Ministério da Defesa.


Cristiane de Conti Medina
Antes da escolha da equipe, uma das professoras coordenadoras vai até o local averiguar as necessidades da comunidade, é a viagem precursora. Assim, de acordo com o diagnóstico, os alunos selecionados devem se encaixar na ação definida pelo Ministério da Defesa, nas áreas de conhecimento ligadas às necessidades da região. Outros critérios usados na seleção de alunos é a experiência com projetos de extensão e estar no último ou penúltimo ano do curso. “Nós temos pouco tempo para preparar as oficinas, palestras e os materiais que vamos levar, por isso é preferível que o aluno já tenha essa experiência em extensão, que saiba conversar com a comunidade e compartilhar seu conhecimento com ela”, explica Medina.

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Obs

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