quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Projeto propõe quadrinhos para combater o Aedes

Fonte: Agência UEL 

Revistas abordam doenças transmitidas, sujeira e lixo

Alunos do segundo ano do curso de Design da UEL apresentaram, nesta segunda de manhã (15), na Sala dos Conselhos, seus trabalhos dentro do projeto de extensão "História em Quadrinhos como ferramenta ao Design da Informação", uma parceria com a Autarquia Municipal de Saúde e a diretoria de serviços gráficos da Coordenadoria de Comunicação Social (COM) da UEL. Foram produzidas quatro revistas de oito páginas, em formato 15x21 cm, que buscam conscientizar e sensibilizar a população sobre a dengue, e informar sobre o funcionamento do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Os alunos desenvolveram as revistas na disciplina de Histórias em Quadrinhos, ministrada pela professora Paula Napo. Eles passaram por todas as fases de produção, que incluiu encontros com profissionais da Autarquia, para estabelecer parâmetros, definir público-alvo e obter informações técnicas. A apresentação desta segunda serviu para representantes da Prefeitura de Londrina conhecerem o material produzido.

A professora Paula Napo observa que o potencial de assimilação das informações veiculadas pelas HQ é enorme, porque as revistas unem imagem e texto e, assim, transmitem informações com mais eficiência - que é um dos objetivos do Design de Informação. Para a diretora da Gráfica da UEL, professora Cristianne Cordeiro Nascimento, trata-se de um material de qualidade e uma parceria importante. Ela lembrou ainda da participação do professor João Zequi (Departamento de Biologia Animal e Vegetal), que vai fazer uma revisão técnica das revistas.

A assessora da Autarquia Municipal de Saúde, Marina Chenso, elogiou os alunos e a iniciativa, acrescentando que a comunidade só tem a ganhar sempre que a Universidade se aproxima dela. Ela avalia que o formato do material - histórias em quadrinhos - pode causar forte impacto diferentes de que outras ferramentas utilizadas.

Neste ponto, o material agradou: as histórias abordam, entre outros pontos, as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes, sujeira, lixo, água parada e morte. Os personagens são crianças, adultos, os próprios mosquitos e até a Morte, personificada. O tratamento estético entrou no contexto do tema. Cada revista está voltada para uma faixa etária distinta: 6-12, 13-17, 18-25 anos (Aedes) e 15-25 anos (SAMU). 

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